quarta-feira, novembro 30, 2016

Post 5903 Hoje no Google


Jagadish Chandra Bose
(30.11.1858Mymensingh, Bangladesh/ 23.11.1937, Giridih, Índia)
Cientista que tem uma cratera com o seu nome na Lua
Físico, biólogo, biofísico, botânico, arqueólogo,e ainda escreveu ficção científica

terça-feira, novembro 29, 2016

Post 5902 Hoje no Google



Louisa May Alcott (29.11.1832/6.3.1888) EUA, Obras: Little WomenLittle MenJo's BoysEight Cousins, (adorei o livro Mulherzinhas) 

segunda-feira, novembro 28, 2016

Post 5901

Depois da Black Friday chega a Cyber Monday!

sexta-feira, novembro 25, 2016

quinta-feira, novembro 24, 2016

Post 5899 - Divulgação Livros

Vários emails da Black Friday a anunciar descontos de 20 a 50% na Bertrand e na Almedina (até 50%), na Wook (até 25%) na Fnac (20%) e na Leya (até 40%).
Descontos no Continente de 50% numa mesa com livros de vários editoras

Post 5898 - 5/10 Na Livraria

Leu sobre o livro na biografia de um escritor que admirava, como tendo-o influenciado e quis encontrá-lo. Não o conseguiu nas livrarias ou via net. Alguém falou‑lhe duma livraria especial em Lisboa, aproveitou uma boleia e chegou lá, perto da hora do almoço.
Era realmente diferente, com uma bicicleta suspensa no tecto, dois andares, estantes e recantos para leitura. Quase sem procurar foi atraída para um livro antigo. Era o que queria, mas estava em inglês. Resolveu almoçar – uma fatia de tarte e um café - enquanto decidia se o ia levar ou não. Sentou-se numa mesa afastada. Abriu a capa e apercebeu-se que o livro estava ainda lacrado. Vencida pela curiosidade desculpou-se com a ideia que iria cortar as páginas tão cuidadosamente como ninguém mais faria.
Cortou a primeira folha e surgiu-lhe não uma dedicatória, mas um aviso:
“Não inicie a leitura se não estiver preparado para deixar para trás tudo o que até agora conheceu.“
Com a faca cortou o lacre da página seguinte. Novo aviso:
“Se não estiver preparado para deixar tudo o que até agora conheceu não leia em voz alta a frase que se segue.”
Não resistiu, e leu a frase embora em voz não muito alta. Sentiu uma vertigem. Pensou se seria o anunciar de uma enxaqueca ou a fome por estar em jejum. Olhou para a frente, enquanto a visão se fixava. Sobre a mesa, a xicara de café aparecia-lhe como uma caneca de chá. Ao lado, a máquina de expresso desaparecera. Apenas livros antigos a rodeavam, ao invés das pessoas que antes ali se encontravam, entrevia vultos mais baixos e errados, e estranhamente escurecia.
Nova página:
 “Poderá ainda voltar atrás se repetir a frase ao contrário.”
Fê-lo. Largou o livro e fugiu.
Voltou alguns dias depois, mas nunca mais encontrou o livro.

quarta-feira, novembro 23, 2016

Post 5897 Terça-feira, 22.11.2016

Em cidade local de trabalho ainda temos árvores com folhas de Outono e começaram a colocar decorações de Natal nas ruas.

segunda-feira, novembro 21, 2016

quinta-feira, novembro 17, 2016

Post 5888

Começo a ficar preocupada: depois de ter usado o meu último talão de desconto do Continente no Domingo, ainda não chegaram novos...

Post 5887 Desafio


Quem será o seguidor que me está a ajudar no Concurso de Escrita, escrevendo o texto 2?


Post 5886 - 4/10 - Horas Perdidas ou Os Entes Queridos

Horas Perdidas
A 24ª Hora – Último Capítulo

Um, dois, três,
Um, dois, três,
Era como ouvia o relógio.
Um, dois, três,
Um, dois, três.
O som enchia o pequeno espaço. Estava deitada, na sua cama, no seu quarto, transpirada e fria.
Passara a noite em claro, com pensamentos pesados e escuros.
Dali a duas horas, pelas oito, chegaria a Enfermeira.
Como de costume, o barulho dos pássaros tinha precedido o surgir da luz. Quase tinham conseguido sobrepor-se ao relógio, mas no fim este vencera.
Um, dois, três,
Um, dois, três.
Custava-lhe respirar. Sabia a dor, do seu corpo apodrecido, apenas amortecida pela morfina.
Nos últimos dias, os seus últimos dias, tinha tentado escrever o que fora a sua vida no caderno moleskine que lhe deixara o Luís. Precisava de um epílogo que queria e não queria encontrar. Quando o fizesse, ia descansar, mas depois não havia mais nada. Despedira‑se de todos os que lhe importavam, deixara todos os assuntos resolvidos.
Já escrevera sobre a doença, o abandono e solidão que sentia, e a morte anunciada que não conseguia mais adiar
Sabia agora que todas as horas em que por cobardia se tinha afastado, revividas em cada um dos vinte e três capítulos que penosamente descrevera no moleskine, tinham sido as suas horas perdidas.
Procurou refúgio nas memórias mais antigas, quando tudo parecia possível, no abrigo dos abraços dos seus pais, quando era criança, ainda vivos e jovens, no encantamento do seu primeiro amor.
Deixou de ouvir o “um, dois, três”.
Sorriu e soube depois que morria.

Ou


Os Entes Queridos
Do destino dos personagens mais queridos tratámos no capítulo anterior, resta a velha menina, a eterna guardiã dos valores familiares. A mulher que nunca dobrava, nem modificava os seus julgamentos dos outros e jamais voltava o espelho sobre si própria. A velha menina iniciara um estranho processo de encolhimento lento; no espelho em casa, nos reflexos das montras, nas câmaras de vigilância, revia-se cada vez mais pequena. Por outro lado, os murmúrios do vento transformavam-se em vozes, ouvia os entes queridos a repetirem velhas máximas, mais tarde conseguia mesmo conversar com os desaparecidos. A casa estava a ficar com menos espaço para ela, os entes queridos ocupavam os seus lugares favoritos e divisão após divisão ficava cerrada para ela.
Aqueles que fora tão pronta a julgar e a condenar tornavam-se insubstanciais, sombras sem importância, que não lhe faziam falta. Caminhava nas ruas e as vozes começaram a acompanhá-la. Pouco falava com os lojistas, vizinhos, conhecidos de anos. O tempo perdia o seu poder, luz e sombra, os dias perdiam a individualidade. A limpeza da casa já não lhe importava, as refeições aconteciam quando se lembrava, o seu aspecto físico já não era importante agora que estava a tornar-se tão minúscula.
De vez em quando saia para trazer provisões, grandes sacos pesados que arrastava para dentro da cozinha. Até que chegou o dia em que carregada com aqueles tropeçou num tapete e caiu, a perna fez um som estaladiço insuportável, perdeu a consciência e quando abriu os olhos descobriu-se imóvel, fundida aos mosaicos do chão da cozinha, mas não teve medo porque as vozes dos entes queridos a confortavam, embalavam enquanto lentamente se dissolvia…  

segunda-feira, novembro 14, 2016

Post 5884 Extra - A super Lua

 Fotografada por N.

Fotografada por mim - e podemos ver nesta fotografia científica uma característica muito interessante da super-lua, ou seja, como quase se consegue dividir em duas:


Penúltima tentativa (não me está a parecer lá muito super, parece mais ou menos do mesmo tamanho que os candeeiros em baixo....)

Última tentativa (talvez com photoshop chegue lá...)